Há 22 anos, único furacão do Brasil teve ventos de 155 km/h e deixou rastro de destruição
O furacão Catarina, que atingiu o litoral de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul em março de 2004, permanece como o único fenômeno do tipo oficialmente registrado no Brasil e no Atlântico Sul.
Com ventos de até 155 km/h, foi classificado como categoria 2 na escala Saffir-Simpson.
Segundo a Defesa Civil de Santa Catarina, 11 pessoas morreram e mais de 26 mil ficaram desabrigadas ou desalojadas.
O sistema se formou inicialmente como um ciclone extratropical, comum na Região Sul, e ganhou força depois de avançar sobre o oceano.
A combinação de águas mais aquecidas e condições atmosféricas específicas favoreceu sua transformação.
Imagens de satélite mostraram características associadas aos furacões, entre elas a formação de um olho bem definido e a organização circular da tempestade.
O episódio foi considerado atípico porque fenômenos dessa natureza são extremamente raros no Atlântico Sul.
Furacões costumam se desenvolver sobre águas quentes em regiões tropicais e aparecem com maior frequência no Atlântico Norte e no Pacífico.
Furacão, tufão e ciclone Furacões, tufões e ciclones tropicais são denominações diferentes para sistemas meteorológicos semelhantes.
O nome varia de acordo com a região onde eles se formam.
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