Essa é a multa de trânsito mais comum em São Paulo — e ela não tem a ver com a forma como você dirige
Em São Paulo, a infração mais registrada no primeiro semestre de 2026 acontece sem excesso de velocidade, avanço de farol vermelho ou uso de celular.
Na realidade, pode acontecer até mesmo com o veículo parado.
Segundo dados do Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran-SP), 477.989 autuações foram aplicadas entre janeiro e junho por falta de transferência do veículo dentro do prazo legal.
O número coloca uma irregularidade essencialmente burocrática à frente de infrações diretamente relacionadas à condução.
Para quem compra um carro ou uma moto usada, isso significa que a responsabilidade não termina com o pagamento, a assinatura dos documentos ou a entrega das chaves.
Prazo para transferir o veículo é de 30 dias Após a compra de um veículo usado, o novo proprietário deve providenciar a transferência dentro do prazo estabelecido pelo Código de Trânsito Brasileiro (CTB).
Em regra, são 30 dias para que o automóvel seja registrado em nome do comprador.
A atualização é necessária para que os órgãos de trânsito saibam quem é o responsável legal pelo veículo.
A transferência também evita problemas para o antigo proprietário.
Enquanto a mudança não é devidamente registrada, multas, impostos, notificações e outras ocorrências relacionadas ao automóvel podem gerar transtornos para quem já vendeu o automóvel.
Por isso, comprador e vendedor precisam acompanhar as etapas do procedimento e guardar os comprovantes da negociação.
Leia: Mais de 1,5 milhão de multas: veja as infrações que lideram em São Paulo Quanto custa a multa por atraso na transferência? Deixar de efetuar o registro do veículo dentro do prazo é uma infração média .
A penalidade prevista é de R$ 130,16 e quatro pontos na CNH .
Pagar a multa, entretanto, não resolve a pendência.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em revistaforum.com.br — o conteúdo pertence a Revista Fórum.