Veja o que candidatos podem fazer nas redes e quando começa a propaganda na TV
A disputa eleitoral entrou oficialmente na fase de campanha neste domingo (16).
A partir da data, candidatos, partidos, federações e coligações estão autorizados a fazer propaganda eleitoral, inclusive na internet, seguindo as regras estabelecidas pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral).
Nas redes sociais, os candidatos já podem publicar conteúdos com pedido de voto, apresentar propostas, divulgar números de campanha e impulsionar anúncios pagos.
O período de circulação paga ou impulsionada de propaganda eleitoral na internet vai de 16 de agosto a 1º de outubro.
A autorização também muda o uso das chamadas lives.
Transmissões feitas por candidatos para promoção pessoal ou relacionadas ao exercício do mandato passam a ser consideradas atos públicos de campanha eleitoral, mesmo quando não houver uma menção direta às eleições.
Com a abertura oficial da campanha, candidatos podem: publicar vídeos, fotos e textos com pedido de voto; divulgar propostas e ações de campanha; fazer transmissões ao vivo dentro das regras eleitorais; usar anúncios pagos ou impulsionamento de conteúdo eleitoral; divulgar agenda de campanha e mobilizações.
A propaganda pode ser feita em sites, blogs, redes sociais e aplicativos de mensagens, desde que siga as normas eleitorais.
Continua proibido - Apesar da liberação da campanha, algumas práticas seguem proibidas.
A partir deste domingo, não é permitida a realização de enquetes relacionadas ao processo eleitoral.
A Justiça Eleitoral pode atuar contra a divulgação desse tipo de levantamento.
Também continuam valendo restrições sobre conteúdos falsos, manipulações digitais e outras formas de propaganda irregular.
O eleitor ainda não verá os candidatos no horário eleitoral gratuito neste domingo.
A propaganda obrigatória no rádio e na televisão começa apenas em 28 de agosto e segue até 1º de outubro para o primeiro turno.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.campograndenews.com.br — o conteúdo pertence a Campo Grande News.