sexta-feira, 16 de outubro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
› Acordo amplia presença paulista no maior levantamento astronômico da história› Regeneração natural de florestas ajuda a conter o avanço de espécies invasoras› FAPESP participa de três novas chamadas internacionais do Horizon Europe› VÍDEO | Cápsula prolonga vida útil de fungo usado como bioinseticida› Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação da USP seleciona alunos de mestrado e doutorado› Explorando o Universo a partir da sala de aula› Proteção radiológica com ênfase no uso, manuseio e preparo de fontes radioativas não seladas› MPF aciona Meta após bloqueio de entidades estudantis com posts políticos› Starlink ganha 'via no céu' para futura internet em celulares no Brasil› Por que CoreWeave está na mira do pânico em torno da IA› Acordo amplia presença paulista no maior levantamento astronômico da história› Regeneração natural de florestas ajuda a conter o avanço de espécies invasoras› FAPESP participa de três novas chamadas internacionais do Horizon Europe› VÍDEO | Cápsula prolonga vida útil de fungo usado como bioinseticida› Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação da USP seleciona alunos de mestrado e doutorado› Explorando o Universo a partir da sala de aula› Proteção radiológica com ênfase no uso, manuseio e preparo de fontes radioativas não seladas› MPF aciona Meta após bloqueio de entidades estudantis com posts políticos› Starlink ganha 'via no céu' para futura internet em celulares no Brasil› Por que CoreWeave está na mira do pânico em torno da IA
Política

Hugo Motta diz que PL da Misoginia é "urgente para o Brasil"

Congresso em Foco ·
Hugo Motta diz que PL da Misoginia é "urgente para o Brasil"

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou nesta terça-feira (11) que o combate à misoginia é uma prioridade da Casa e defendeu o avanço do projeto que endurece a legislação contra ataques às mulheres.

Apesar de classificar a proposta como "urgente para o Brasil", Motta disse que ainda não pode garantir a votação do PL da Misoginia nesta semana, já que o texto depende de um entendimento no Colégio de Líderes e enfrenta questionamentos da bancada evangélica sobre a caracterização do crime.

Segundo o presidente da Câmara, a relatora da proposta, deputada Tabata Amaral (PSB-SP), participa das negociações com o governo, bancadas partidárias e a Frente Parlamentar Evangélica em busca de um texto de consenso.

Motta destacou que Câmara tem avançado em propostas que aumentam punições contra agressores e ampliam mecanismos de proteção às vítimas. "Nós temos aprovado projetos importantes de aumento de penas para agressores de mulheres, de colocar tornozeleira eletrônica em quem agride mulher, de poder criar toda uma rede de proteção", declarou.

As discussões sobre misoginia fazem parte de uma agenda mais ampla que será negociada no Colégio de Líderes. Motta explicou que a Câmara terá duas semanas de esforço concentrado: uma agora e outra entre o fim de agosto e o início de setembro.

A concentração das sessões aumenta a pressão para definir quais propostas terão prioridade diante do período reduzido disponível para votações.

Entre as matérias mencionadas por Motta estão propostas relacionadas a combustíveis, fertilizantes, minerais críticos, à Copa do Mundo Feminina de 2027, a recursos para o Ministério da Defesa e ao Plano Nacional de Cultura.

Motta argumentou que as propostas relacionadas a combustíveis e fertilizantes são relevantes para reduzir vulnerabilidades do agronegócio brasileiro.

Ler a notícia completa no Congresso em Foco ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em congressoemfoco.uol.com.br — o conteúdo pertence a Congresso em Foco.

Mais em Política

Ver tudo ›