Passadas as eleições, Congresso atuará pela pacificação, afirma Davi Alcolumbre
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, ao reconhecer neste domingo (25) a vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no segundo turno das eleições presidenciais, defendeu a pacificação do país após a disputa eleitoral.
Em declaração na residência oficial do Senado, ao lado do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, Davi destacou o respeito à decisão dos eleitores e afirmou que o Congresso Nacional estará à disposição para atender às demandas da sociedade brasileira. — Hoje nós estamos aqui, o Poder Legislativo brasileiro, o presidente da Câmara e o presidente do Senado, reconhecendo a decisão livre e soberana do povo brasileiro, sufragada nas urnas eletrônicas, que completam 30 anos e que são um patrimônio do Brasil que nós precisamos exaltar — afirmou.
Davi parabenizou Lula pela reeleição e cumprimentou o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) pela participação na disputa.
Segundo o presidente do Senado, a possibilidade de debater ideias e apresentar propostas distintas à sociedade é uma das características fundamentais da democracia.
Ele destacou ainda a diferença de mais de 4 milhões de votos entre os candidatos, que, segundo afirmou, representa a decisão majoritária dos eleitores pela continuidade do governo.
O presidente do Senado revelou que, logo após a confirmação do resultado, ele e Hugo Motta telefonaram para Lula e para o vice-presidente Geraldo Alckmin para cumprimentá-los pela vitória e desejar sucesso no novo mandato.
Na conversa, os presidentes das duas Casas reafirmaram o compromisso do Parlamento com as demandas apresentadas pela sociedade durante o processo eleitoral. — Nós temos uma responsabilidade redobrada, do ponto de vista do Parlamento, de dar as respostas.
E o presidente reeleito, Luiz Inácio Lula da Silva, contará com um Congresso altivo, voltado à pacificação — declarou.
“União nacional” Davi também defendeu que o encerramento da disputa eleitoral seja acompanhado de um esforço de união nacional.
Para ele, a divisão política prejudica a sociedade, as instituições republicanas e o futuro do país.
O senador ressaltou que, independentemente das divergências manifestadas durante a campanha, o foco das instituições deve se voltar às necessidades da população. — Nós precisamos ter a compreensão de que o nosso país dividido não é bom para o povo brasileiro, não é bom para as instituições republicanas, não é bom para o futuro do Brasil.
Passou a eleição.
O presidente eleito tem que governar para os 215 milhões de brasileiros que vivem no Brasil e que precisam das respostas do Estado — concluiu.
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