Novas tecnologias laboratoriais ampliam precisão, agilidade dos resultados e otimização de insumos em um setor que não para de crescer
A medicina de precisão está cada vez mais inserida na prática clínica e vem transformando a jornada de saúde.
Uma das áreas mais impactadas é a medicina diagnóstica, que passa por uma crescente demanda por exames ainda mais assertivos, com velocidade de entrega de resultados e eficiência operacional.
Se grande parte das decisões médicas é feita com base em avaliações laboratoriais, o laboratório do futuro precisa estar alinhado com as novas estratégias de cuidado.
Alguns números exemplificam esse panorama.
O mercado global de serviços de laboratório clínico foi avaliado em US$274 bilhões em 2025 e projeções mostram que ele deve alcançar a marca de US$468 bilhões até 2036.
Só no Brasil, foram realizados mais de 2,5 bilhões de exames diagnósticos em 2024, levando em conta o Sistema Único de Saúde (SUS) e a saúde suplementar.
Desses, as análises clínicas representam 94% dos exames realizados no período, segundo dados da Associação Brasileira de Medicina Diagnóstica (Abramed) .
Essa demanda é puxada principalmente por indivíduos com 50 anos de idade ou mais, com pico observado a partir dos 70 anos.
Um prenúncio da nova realidade que se desenha diante de uma população que envelhece e vive cada vez mais – o que, consequentemente, tende a impactar o aumento de doenças crônicas e de câncer.
Na avaliação de Leonardo Vedolin, vice-presidente Médico da Dasa, empresa líder em medicina diagnóstica no Brasil, o impacto dessas transformações é estrutural para todo o setor de saúde.
“Respostas diagnósticas mais rápidas levam a decisões clínicas mais rápidas.
E há evidências consistentes de que, quanto mais curto esse intervalo, melhores são o desfecho clínico e o engajamento do paciente”, destaca o executivo.
Nesse contexto, a Dasa acaba de inaugurar o seu novo Núcleo Técnico-Operacional (NTO) em Brasília.
A nova estrutura de 4.500 m² foi desenhada para se tornar uma referência de processamento não apenas para o Distrito Federal, mas para toda a região Centro-Oeste, Norte e parte do Nordeste, impactando diretamente mais de 400 municípios e mais de 2 milhões de pacientes por ano.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em futurodasaude.com.br — o conteúdo pertence a Futuro da Saúde.