JOTA Principal | Mendonça deve manter inquéritos contra Lulinha no STF; leia bastidores
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Quer receber as próximas edições e acompanhar os principais temas do momento? Cadastre-se gratuitamente! Relator de dois dos três inquéritos que apuram se Fábio Luís Lula da Silva praticou tráfico de influência, o ministro André Mendonça não só deve mantê-los no Supremo, como deve ter apoio na 2ª Turma em caso de recurso, Flávia Maia analisa na nota de abertura.
Feito sem provocação de defesa ou do próprio ministro, o pedido da Procuradoria-Geral da República causou estranheza na Corte.
Com as investigações em sigilo, não se sabe se um pedido de mesmo teor foi feito também no inquérito sob relatoria de Flávio Dino.
Enquanto o assunto segue assombrando a campanha petista, a gravidade da disputa eleitoral se desloca um pouco do embate ideológico para a vida concreta, Fabio MuraKawa escreve na nota 2.
E o governo corre para tentar colher vitórias de última hora no Congresso, com a MP da taxa das blusinhas (nota 3) e a PEC pelo fim da escala 6×1 (nota 4).
Chegamos hoje à edição #300 da JOTA Principal, sempre com o objetivo de organizar a sua leitura matinal — explicar o que importa, conectar fatos dispersos e antecipar os efeitos políticos, eleitorais, econômicos ou institucionais, com o melhor da curadoria e da análise do JOTA .
Nosso sucesso, porém, só é possível graças à atenção Obrigado pela companhia! Boa leitura e bom fim de semana.
O PONTO CENTRAL 1.
Permanência As investigações sobre Lulinha devem permanecer no Supremo mesmo após o pedido da Procuradoria-Geral da República para o envio à 1ª instância, Flávia Maia escreve no JOTA PRO Poder.
Fábio Luís Lula da Silva é investigado em ao menos três inquéritos — dois estão com o ministro André Mendonça e um terceiro está com Flávio Dino.
As apurações buscam esclarecer supostos crimes de tráfico de influência. 🕵️ Nos bastidores: A expectativa é que Mendonça mantenha a relatoria dos inquéritos e, em caso de recurso contra a decisão, cálculos internos mostram que ele deve conseguir a maioria na 2ª Turma.
Há uma leitura na Corte de que há uma tentativa de tirar o caso da relatoria de Mendonça por parte da PGR e da PF — por conta dos pedidos de livre distribuição dos inquéritos, mesmo eles tendo se originado a partir da investigação do INSS, e agora, o pedido para o caso Lulinha ir para a 1ª instância.
O que ajuda a cultivar essa hipótese é o fato de a PGR ter agido de ofício, ou seja, sem provocação da defesa ou a pedido do relator.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.jota.info — o conteúdo pertence a JOTA.