Roraima tem áreas urbanas mais espalhadas e com mais espaço entre as construções, aponta IBGE
Até março, Roraima contabilizou 83.881 trabalhadores com carteira assinada (Foto: Ederson Brito) Quem vive em Roraima está, proporcionalmente, em um território urbano com construções mais espalhadas.
É o que mostra a quarta edição da série *Áreas Urbanizadas do Brasil, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta terça-feira (18), com dados referentes a 2022.
O levantamento aponta que * mais de 40% das áreas urbanizadas de Roraima são classificadas como pouco densas , ou seja, apresentam menor concentração de construções.
O que significa na prática? A classificação considera principalmente a presença e a proximidade entre moradias e outras edificações.
Em uma área pouco densa, as construções tendem a estar mais afastadas umas das outras, podendo existir terrenos vazios, áreas verdes ou espaços não ocupados entre elas.
Isso não significa necessariamente que os moradores tenham lotes maiores, mas que a ocupação urbana é mais espalhada pelo território .
Estado se diferencia do padrão nacional A característica coloca Roraima entre as exceções do padrão observado na maior parte das Unidades da Federação.
Segundo o IBGE, na maioria dos estados, as áreas densas representam entre 65% e 80% das feições urbanizadas.
Em Roraima e no Acre, porém, as áreas pouco densas ultrapassam 40% do total.
Norte apresenta urbanização com características próprias O resultado também ajuda a mostrar as diferenças na forma como as cidades brasileiras ocupam o território.
Enquanto o Sudeste concentra grandes extensões de áreas urbanizadas densas, estados da Região Norte apresentam uma ocupação mais dispersa.
O IBGE destaca que Roraima está entre as unidades com menos de 1.000 km² de Áreas Urbanizadas em 2022.
Urbanização representa 0,60% do território brasileiro Em todo o país, as feições urbanizadas ocupavam 50.981,91 km² em 2022, o equivalente a apenas *0,60% do território nacional.
São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná e Bahia concentravam juntos * 50,35% das áreas urbanizadas brasileiras.
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