Na Panvel, a inovação começa muito além do balcão
Fabio Machado, head de inovação da Panvel, é o convidado do MVP 121 | Foto: Startups Quem entra numa farmácia vê prateleira, balcão e caixa.
Mas é justamente atrás disso, na compra, no abastecimento, na escala de quem atende, que a Panvel decidiu procurar onde inovar.
“Embora o que apareça para o mercado seja uma farmácia onde se vendem produtos, medicamentos, higiene e beleza, por trás de tudo isso há uma complexidade de processos gigantesca”, diz Fábio Machado, head de inovação da rede gaúcha, em edição especial do podcast MVP gravada no Instituto Caldeira , durante a Semana Caldeira, em Porto Alegre.
A estrutura que cuida disso é o Panvel Labs , criado em 2020, que já trabalhou com mais de 30 startups.
O método começa na loja, observando processos e conversando com as áreas de negócio.
Identificada a dor, o desafio é aberto ao mercado por hubs e ecossistemas parceiros — entre eles o próprio Caldeira , o Tecnopuc e a ACATE , em Santa Catarina.
A partir daí, o funil é explícito.
Startup e área de negócio definem juntas as métricas da experimentação, que roda de dois a três meses até gerar resultado suficiente para a decisão de escalar ou descartar.
São cerca de 10 provas de conceito por ano, das quais duas ou três costumam virar operação.
Em 2026, já foram quatro.
Os exemplos dão a dimensão.
No lado operacional, a escala de trabalho de quase 700 lojas e mais de 12 mil colaboradores era feita manualmente, em planilha.
Já na experiência do cliente, um espelho virtual baseado em visão computacional levou a experimentação de maquiagem para o app: seis em cada dez clientes que só compravam a categoria na loja física passaram a comprar no digital.
Ainda nessa frente, a companhia testa soluções mais inusitadas.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em startups.com.br — o conteúdo pertence a Startups.com.br.