segunda-feira, 26 de outubro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
› Quem é Rafael Fonteles, a aposta da Faria Lima para a Fazenda no Lula 4› Resultado da Lotofácil 3814: Veja números do sorteio de R$ 5 milhões de hoje› Pix no crédito só poderá ser oferecido com aval prévio do cliente› Após reeleição de Lula, Holanda promete US$ 500 mi ao fundo de florestas› Microsoft abre programa de demissão voluntária para 60 mil funcionários› Pedido de IPO da Anthropic mostra crescimento e custos explosivos com IA› Com eleição, dólar tem maior alta desde 1999 e Ibovespa despenca 14%› Exclusivo: Alíquota da CBS, novo imposto da reforma, deve superar 10%› Mercado apostou errado e pode errar de novo se apostar em Lula radical› Queda da Bolsa abre oportunidade de compra no Brasil, diz Gavekal› Quem é Rafael Fonteles, a aposta da Faria Lima para a Fazenda no Lula 4› Resultado da Lotofácil 3814: Veja números do sorteio de R$ 5 milhões de hoje› Pix no crédito só poderá ser oferecido com aval prévio do cliente› Após reeleição de Lula, Holanda promete US$ 500 mi ao fundo de florestas› Microsoft abre programa de demissão voluntária para 60 mil funcionários› Pedido de IPO da Anthropic mostra crescimento e custos explosivos com IA› Com eleição, dólar tem maior alta desde 1999 e Ibovespa despenca 14%› Exclusivo: Alíquota da CBS, novo imposto da reforma, deve superar 10%› Mercado apostou errado e pode errar de novo se apostar em Lula radical› Queda da Bolsa abre oportunidade de compra no Brasil, diz Gavekal
Saúde

Novo tratamento para câncer retal promete reduzir necessidade de amputação

Futuro da Saúde ·

Os resultados de um novo estudo prometem mudar a forma como pacientes com câncer de reto localmente avançado são tratados pelo mundo.

Apresentados durante o Congresso da European Society for Medical Oncology (ESMO) 2026, os dados do estudo AZUR-1, apontam para uma nova opção terapêutica que descarta a necessidade de amputação do reto em parte dos pacientes, um avanço recebido com entusiasmo pela comunidade científica.

O medicamento é o dostarlimabe, uma imunoterapia do tipo anticorpo monoclonal humanizado anti-PD-1, que bloqueia uma proteína que as células tumorais usam para se esconder das defesas do corpo.

Isso permite que o sistema imunológico volte a atacar o câncer.

O estudo, simultaneamente publicado na revista “ Annals of Oncology “, é direcionado para pacientes com câncer retal localmente avançado em dois perfis distintos: aqueles com deficiência no reparo de emparelhamento incorreto de bases (dMMR) e com instabilidade de microssatélites de alto grau (MSI-H).

De acordo com a líder do estudo, Andrea Cercek, do Memorial Sloan Kettering Cancer Center, em Nova York (EUA), há um interesse crescente na preservação do órgão dentro da oncologia.

Atualmente, o tratamento padrão para esse tipo de tumor é feito com quimioterapia, radioterapia e cirurgia.

A depender do caso, o paciente pode passar por amputação retal, resultando em uma colostomia definitiva, quando o intestino grosso é desviado para uma abertura no abdômen por meio da qual as fezes passam a ser coletadas em uma bolsa plástica.

Segundo Cercek, com o tratamento padrão, as taxas de resposta clínica completa ficam em cerca de 20 a 25%.

Nesse sentido, o dostarlimabe surge como uma opção, com resultados duradouros e sem a necessidade de cirurgia.

O estudo de fase 2 foi realizado com 144 pacientes em 10 países.

Desses, 98 pacientes (68%) alcançaram resposta clínica completa em 12 semanas sem cirurgia.

Em uma análise exploratória, 76% deles não apresentaram evidências de câncer um ano ou mais após o tratamento.

Nenhuma recorrência da doença foi relatada entre os respondedores até o momento, após um acompanhamento mediano de mais de dois anos.

Ler a notícia completa no Futuro da Saúde ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em futurodasaude.com.br — o conteúdo pertence a Futuro da Saúde.

Mais de Futuro da Saúde

Ver tudo ›

Mais em Saúde

Ver tudo ›