Dólar afunda e Bolsa dispara com alívio externo e eleição no Brasil
O dólar registrou forte queda de 0,98% frente ao real, cotado a R$ 5,14, nesta sexta-feira (21/8).
Na véspera, a moeda americana avançou 0,32%, a R$ 5,19.
O Ibovespa, o principal índice da Bolsa brasileira ( B3 ), disparou 1,84%, aos 171 mil pontos.
Os juros futuros apresentam baixa expressiva, principalmente nos vencimentos intermediários e longos.
Nesse caso, eles recuaram entre 0,90% e 1,15% na sessão.
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Petróleo volta a US$ 90 O movimento dos mercados de câmbio e ações no Brasil acompanhou, em grande medida, a tendência global.
O dólar, por exemplo, perdeu fôlego quer nas economias desenvolvidas, quer nas emergentes.
O índice DXY, que mede a força do dólar frente a uma cesta de seis moedas fortes (como o euro, o iene e a libra esterlina), recuava 0,05%, aos 98,82 pontos.
No mesmo horário, na comparação com o peso colombiano, a moeda americana caía 0,82% e, diante do peso mexicano, o recuo era de 0,18%.
No caso do mercado de capitais, os principais índices de Nova York também fecharam em alta.
Às 16h40, as elevações eram de 0,50%, no S&P 500; de 1,05%, no Dow Jones; e de 0,49%, no Nasdaq, que concentra ações de empresas de tecnologia.
Títulos dos EUA Na avaliação de analistas, o anúncio feito pelo Tesouro dos Estados Unidos da recompra de títulos públicos, os Treasuries, de longo prazo, na quarta-feira (19/8), ainda afeta o mercado.
Isso porque ele contribuiu para a queda dos rendimentos desses papéis, reforçando o fluxo para ativos de risco e sustentando o avanço da Bolsa brasileira.
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