quinta-feira, 13 de agosto de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
Cyrela lucra R$ 452,0 milhões no segundo trimestre, alta de 16% Dólar sobe a R$ 5,19 e Bolsa emenda 8ª queda com desconfia fiscal Fazenda bloqueia CPF de 5 milhões de pessoas em empresas de bets Leilões de imóveis têm 1.150 opções em todo o Brasil a partir de R$ 5.800 Investidores devem aceitar proposta do Santander para trocar ações? Entenda Estrangeiros retiram R$ 11,9 bilhões da B3 em apenas 7 pregões de agosto Durigan diz que trava dos combustíveis não afeta saúde e educação Sicoob Asset alcança R$ 200 bi e mira mercado além de cooperados Galípolo defende coibir empresas que buscam licença de bancos para usar FGC Ações do Banco do Brasil recuam na Bolsa após balanço do 2º trimestre Cyrela lucra R$ 452,0 milhões no segundo trimestre, alta de 16% Dólar sobe a R$ 5,19 e Bolsa emenda 8ª queda com desconfia fiscal Fazenda bloqueia CPF de 5 milhões de pessoas em empresas de bets Leilões de imóveis têm 1.150 opções em todo o Brasil a partir de R$ 5.800 Investidores devem aceitar proposta do Santander para trocar ações? Entenda Estrangeiros retiram R$ 11,9 bilhões da B3 em apenas 7 pregões de agosto Durigan diz que trava dos combustíveis não afeta saúde e educação Sicoob Asset alcança R$ 200 bi e mira mercado além de cooperados Galípolo defende coibir empresas que buscam licença de bancos para usar FGC Ações do Banco do Brasil recuam na Bolsa após balanço do 2º trimestre
Economia

Banco do Brasil (BBAS3) tem lucro de R$ 3,9 bi no 2º trimestre, alta de 3,3%

Valor Investe ·
Banco do Brasil (BBAS3) tem lucro de R$ 3,9 bi no 2º trimestre, alta de 3,3%

O Banco do Brasil (BBAS3) registrou lucro líquido ajustado de R$ 3,9 bilhões no segundo trimestre de 2026, alta de 3,3% em relação ao mesmo período do ano passado.

O resultado ficou acima da projeção de analistas consultados pelo Valor, que esperavam R$ 3,6 bilhões.

Já o lucro líquido contábil, que não exclui itens considerados extraordinários pelo banco, chegou a R$ 3,2 bilhões, crescimento de 4,6% em 12 meses.

A margem financeira bruta, que representa a diferença entre as receitas obtidas pelo banco com operações de crédito e outros ativos e seus custos de captação, somou R$ 27,5 bilhões, avanço de 9,6% em um ano.

A carteira de crédito ampliada alcançou R$ 1,3 trilhão, crescimento de 1,4% na mesma comparação.

O custo do crédito, que inclui principalmente as despesas para cobrir o risco de clientes não pagarem seus empréstimos, chegou a R$ 18,5 bilhões, aumento de 16,1% em relação ao segundo trimestre de 2025.

A inadimplência também aumentou: a parcela dos empréstimos com atraso superior a 90 dias passou de 3,96% em junho do ano passado para 5,61% em junho deste ano.

Na carteira de pessoa física, a inadimplência acelerou para 8,41%, ante 5,59% um ano antes.

Em empresas, a parcela recuou de 3,85% para 3,18%.

No agronegócio, a inadimplência atingiu 6,27%, ante os 3,16% em junho de 2025.

As receitas com prestação de serviços somaram R$ 9,1 bilhões, alta de 4,2% em 12 meses, enquanto as despesas administrativas cresceram 4,1%, para R$ 10 bilhões.

O retorno sobre o patrimônio líquido (ROE), indicador que mede a capacidade do banco de gerar lucro a partir do capital dos acionistas, ficou em 8,3%, praticamente estável diante dos 8,4% registrados um ano antes.

Conteúdo publicado originalmente no Valor PRO, serviço de informação em tempo real do Valor Econômico.

Banco do Brasil (BBSA3) tem lucro de R$ 3,9 bi no 2º trimestre, alta de 3,3% Marcelo Camargo/Agência Brasil

Ler a notícia completa no Valor Investe ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em valorinveste.globo.com — o conteúdo pertence a Valor Investe.

Este assunto em outros veículos

Mais de Valor Investe

Ver tudo ›

Mais em Economia

Ver tudo ›