terça-feira, 25 de agosto de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
Política

JOTA Principal | Lula busca manter contato com Trump para mitigar risco de interferência eleitoral

JOTA ·
JOTA Principal | Lula busca manter contato com Trump para mitigar risco de interferência eleitoral

Esta é a versão online da newsletter JOTA Principal.

Quer receber as próximas edições e acompanhar os principais temas do momento? Cadastre-se gratuitamente! Bom dia! A pouco menos de um mês para a abertura do debate geral da Assembleia Geral da ONU, em 22 de setembro, a ligação entre Lula e Donald Trump tem o sentido de manter o diálogo fluindo.

A ideia é, com isso, aumentar o custo de uma tentativa de interferência eleitoral — ainda que o risco permaneça, Vivian Oswald, Daniel Marcelino e Flávia Maia escrevem na nota de abertura.

Enquanto isso, após dias de noticiário negativo envolvendo os inquéritos contra Lulinha, a campanha petista se animou com a decisão do ministro Flávio Dino que autorizou o compartilhamento de provas sobre o caso Dark Horse obtidas pela Polícia Civil de São Paulo com a Polícia Federal.

Há expectativa de que o acesso possa produzir novos elementos sobre o financiamento do filme, Fabio MuraKawa e Flávia Maia escrevem na nota 2.

Boa leitura.

O PONTO CENTRAL 1.

O custo da interferência A mais longa conversa telefônica de Lula com Donald Trump até aqui tem por objetivo a contenção de danos pré e pós-eleitorais, Vivian Oswald, Daniel Marcelino e Flávia Maia analisam no JOTA PRO Poder.

Por que importa: O acesso direto no mais alto nível — em tom “cordial e amistoso”, como relatado — cria um custo adicional para a interferência dos Estados Unidos na eleição brasileira, ao menos vinda do seu chefe máximo.

Ao manter o diálogo fluindo, o governo cria uma espécie de blindagem no discurso político e no próprio processo eleitoral.

“Duvido que seja possível avançar em soluções para as barreiras elevadas pelo Departamento de Estado no curto prazo, nem as do USTR”, disse ao JOTA uma fonte que já trabalhou em diferentes governos americanos com conhecimento das engrenagens.

“Mas talvez conseguir reduzir a possibilidade do governo Trump rechaçar uma vitória eleitoral se o Lula ganhar”, completou a avaliação.

Não quer dizer que a ala mais ideológica no entorno de Trump vá desistir assim tão fácil de privilegiar um aliado, como enxergam Flávio Bolsonaro — e é por isso que, no Executivo e no Judiciário, a ordem é não baixar a guarda.

Mantém-se a expectativa de que a evolução no cenário comercial só venha mesmo após a eleição.

Ler a notícia completa no JOTA ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.jota.info — o conteúdo pertence a JOTA.

Mais de JOTA

Ver tudo ›

Mais em Política

Ver tudo ›