Após vitória de Lula, Caiado declara que acreditava em renovação, mas 'como democratas, nos curvamos à decisão da maioria'
Após vitória de Lula, Caiado declara que acreditava em renovação Após a confirmação da vitória de Lula na eleição presidencial, o governador Ronaldo Caiado (PSD) declarou, durante entrevista coletiva, em Goiânia, neste domingo (25), que apostava em uma renovação no país, mas que "como democratas, nos curvamos à decisão da maioria".
Daniel Vilela (MDB) classificou o resultado das urnas como soberano e manifestou a expectativa de que o presidente eleito promova as transformações necessárias para a população.
"Uma renovação.
Era esse o ponto que todos nós lutamos favoravelmente a ele.
Era buscar essa virada de página.
Acreditamos nessa ideia.
Mas nós, eh, como democratas que somos, nos curvamos à decisão da maioria e a decisão, eh, da apuração.
Essa sempre foi a nossa característica", disse Caiado.
Daniel Vilela ressaltou que a decisão expressa pelas urnas é soberana e representa a vontade popular.
Ele destacou a expectativa por uma postura diferente por parte do governo federal, defendendo uma gestão voltada para a responsabilidade fiscal. ✅ Clique e siga o canal do g1 GO no WhatsApp Após vitória de Lula, Caiado declara que acreditava em renovação, mas 'como democratas, nos curvamos à decisão da maioria' Reprodução/TV Anhanguera LEIA TAMBÉM: Caiado vota em Goiás e reforça apoio a Flávio Bolsonaro: 'Humildade de aguardar o resultado das urnas' ELEIÇÕES: Daniel Vilela recebe Flávio Bolsonaro nesta terça-feira e anuncia apoio à candidatura dele ao lado de Caiado Caiado diz que discutirá com o partido o apoio no 2º turno das Eleições: 'Não venci, mas caí de pé' Daniel também pontuou que o governo de Goiás manterá uma atuação firme na interlocução com a União para resguardar os interesses locais.
Segundo Vilela, o estado continuará cobrando e reivindicando recursos e repasses junto à administração federal para garantir que as demandas e necessidades da população goiana sejam atendidas integralmente.
"A votação das urnas é soberana.
Democratas como somos, temos que reconhecer o resultado das urnas, a vontade do povo brasileiro.
O que nós queremos é que tenhamos um governo diferente, numa política de responsabilidade fiscal, numa política de não retaliação àqueles governos e estados que não são aliados políticos", falou Daniel.
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