Análise: Os sete riscos de Lula, entre o favoritismo e a vitória
Lula pode perder a eleição? Há alguns meses, a pergunta, no meio dos especialistas, teria como resposta um não.
Agora, é hipótese realista .
A última Quaest mostra Lula com 43% e Flávio Bolsonaro com 40% no segundo turno .
Tecnicamente, um empate.
Em julho, a diferença era de oito pontos .
Lula continua favorito .
Ocupa a Presidência, mantém base sólida, comunica como poucos e enfrenta um adversário cuja rejeição também é alta.
Mas favoritismo não é vitória antecipada .
E a campanha começa com pelo menos sete riscos para o presidente.
Leia Mais Patrimônio dos candidatos ao Planalto vai de R$ 33 mil a R$ 242 milhões PT vê efeito Lulinha em pesquisa; QG de Flávio, reação após “Dark Horse” Da rejeição à escolha: início da campanha testa projetos de presidenciáveis Avaliação do governo O primeiro é a eleição se transformar em plebiscito sobre o governo.
Lula precisa que a disputa seja uma escolha entre projetos — e uma comparação entre ele e a família Bolsonaro.
Se a pergunta dominante for apenas “Lula merece mais quatro anos?”, o cenário se complica.
A desaprovação está em 48%, e 53% dos eleitores dizem que o país caminha na direção errada.
Rejeição e desconhecimento O segundo é a rejeição.
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