Advogado-robô e a responsabilidade jurídica em contrato
Em 2022, chegaram ao Brasil, juntamente com seu lançamento global, as primeiras versões públicas das chamadas ferramentas de inteligência artificial generativa.
Nestes quase quatro anos, todos já sabemos que essa tecnologia tem a capacidade de ir além de previsões sobre determinados padrões (chamada IA preditiva) e gera novos outputs (textos, imagens, vídeos, músicas), diferentes do insumo que antes serviu para seu treinamento [1] .
De repente, parece não ser possível exercer qualquer atividade jurídica sem apoio de uma IA, a ponto de pesquisas indicarem que 93% dos brasileiros usam esse tipo de ferramenta.
Registra-se também que 86% usam ao menos uma vez por semana [2] .
Este artigo, cabe observar, não foi escrito por IA.
Mas duas ferramentas auxiliaram na pesquisa dos dados apresentados ao longo do texto.
Conheça o JOTA PRO Poder, plataforma de monitoramento que oferece transparência e previsibilidade para empresas Vale lembrar também que nesta coluna, já abordamos diferentes aspectos da IA generativa.
Trouxemos debates em relação a direitos autorais ( aqui ), direitos de personalidade ( aqui ), propriedade intelectual dos outputs ( aqui ) e até o relato do caso da Folha de S.Paulo contra a Open AI ( aqui ).
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.jota.info — o conteúdo pertence a JOTA.