sexta-feira, 18 de setembro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
Aclamado em Veneza, documentário sobre Gaza estreia em outubro no Brasil Milei coloca residência presidencial argentina sob controle das Forças Armadas OpenAI diz que ferramentas de IA geraram comando sem autorização humana Cuba denuncia ‘máximo estrangulamento econômico’ após novas sanções dos EUA Milhares de iranianos participam de mobilização em apoio à República Islâmica Ex-porta-voz diz que Zelensky rejeitou cinco propostas de paz desde 2022 Lula defende que informações do celular Vorcaro venham a público EUA exigem ‘medidas adicionais’ do México contra narcotráfico Governo chinês ressalta ‘alto nível de confiança política’ com Brasil Russos vão às urnas para eleger deputados da Duma Aclamado em Veneza, documentário sobre Gaza estreia em outubro no Brasil Milei coloca residência presidencial argentina sob controle das Forças Armadas OpenAI diz que ferramentas de IA geraram comando sem autorização humana Cuba denuncia ‘máximo estrangulamento econômico’ após novas sanções dos EUA Milhares de iranianos participam de mobilização em apoio à República Islâmica Ex-porta-voz diz que Zelensky rejeitou cinco propostas de paz desde 2022 Lula defende que informações do celular Vorcaro venham a público EUA exigem ‘medidas adicionais’ do México contra narcotráfico Governo chinês ressalta ‘alto nível de confiança política’ com Brasil Russos vão às urnas para eleger deputados da Duma
Economia

A ‘Faria Lima’ está errada? O que o mercado não enxerga sobre o risco fiscal, segundo Felipe Salto

Seu Dinheiro ·

Se existe um consenso no mercado neste momento é que as contas públicas serão um dos maiores desafios do presidente que será eleito — ou reeleito — em outubro.

Mas, o tamanho desse desafio está longe de ser um consenso.

Para Felipe Salto, economista-chefe da Warren Investimentos e ex-diretor executivo da Instituição Fiscal Independente (IFI) do Senado, alguns participantes do mercado financeiro estão adotando um alarmismo que descola da realidade atual das contas do país.

"O risco de o Brasil quebrar é zero.

Não existe risco de insolvência", disse o economista em participação no podcast Touros e Ursos do Seu Dinheiro.

A frase, dita logo no início da entrevista, resume a principal divergência de Salto com o mercado.

Para ele, o Brasil tem uma dívida alta e crescente, mas também possui um dos mercados de dívida mais desenvolvidos entre os emergentes e um colchão de liquidez superior a R$ 1 trilhão, o que afasta qualquer cenário de calote ou quebra das contas públicas.

Na avaliação dele, parte dessas análises assume que os juros permanecerão elevados para sempre e ignora a possibilidade de ajustes fiscais consistentes que podem ajudar a conter o crescimento da dívida.

"Não há que se falar em crise quando você tem um déficit que está estável e tem o mercado de dívida pública mais pujante dos países emergentes.

Na Warren, a mesa de títulos públicos tem uma demanda gigantesca, no mercado primário e no mercado secundário", disse Salto.

O problema existe, mas está longe de ser insolúvel Se por um lado Salto rejeita o discurso de crise, por outro também não minimiza o problema.

A dívida pública brasileira, hoje próxima de 82,5% do Produto Interno Bruto (PIB), está acima da média dos países emergentes e continua crescendo.

O economista afirma que o mercado tem razão ao cobrar medidas para estabilizar essa trajetória.

O erro, em sua visão, é tratar o cenário atual como uma situação de ruptura iminente.

Ler a notícia completa no Seu Dinheiro ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.seudinheiro.com — o conteúdo pertence a Seu Dinheiro.

Este assunto em outros veículos

Mais de Seu Dinheiro

Ver tudo ›

Mais em Economia

Ver tudo ›