Haddad defende fim de sigilos no caso Master: 'Ainda tem muita coisa que precisa vir à tona'
Veja como foi a agenda dos candidatos ao governo de São Paulo O candidato ao governo de São Paulo, Fernando Haddad (PT), defendeu, durante passagem pela Avenida Paulista, nesta terça-feira (15), a quebra do sigilo dos celulares de Daniel Vorcaro, em referência ao caso Master.
Segundo Haddad, a medida pode ajudar a esclarecer o que aconteceu e permitir que o país "passe a limpo" as informações relacionadas ao caso ainda no primeiro turno.
"Creio que o presidente do Supremo fez um gesto na direção da transparência, mas nós não podemos parar aqui.
Ainda tem muita coisa que precisa vir à tona e que ainda está sob sigilo.
Se a gente não aproveitar o momento para escancarar tudo e deixar cada cidadão formar o seu juízo sobre o que aconteceu, nós vamos perder uma grande oportunidade de passar esse país a limpo", afirmou.
Segundo o candidato, "o que a gente tem defendido é jogar luz sobre o problema.
Quanto mais luz nós jogarmos sobre o problema, mais vai ficar claro quem é quem nessa história.
De dez dias pra cá, o que tem sido defendido por todos nós é que nenhum sigilo se mantenha.
Nada, nada, nada se mantenha.
Muita coisa já veio a público demonstrando a intersecção entre o bolsonarismo e o esquema do Vorcaro.
Isso vai ficar cada vez mais claro".
Fernando Haddad (PT) defende quebra de sigilo de celulares de Vorcaro Reprodução/TV Globo Geraldo Alckmin, vice-presidente da República, estava com Haddad na agenda e também defendeu uma apuração rigorosa na busca pela verdade.
Ele afirmou que parte dos sigilos já foi quebrada e disse que cabe ao Judiciário aprofundar as investigações.
"O banco foi criado, o Banco Master, no governo Bolsonaro.
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