FI-Infra: Conheça classe de ativos e saiba se vale a pena investir agora
Renda passiva isenta de Imposto de Renda (IR) é uma frase que pode soar como música para os ouvidos de muitos investidores.
Esse é um dos principais destaques dos fundos incentivados de investimento em infraestrutura (FI-Infra) .
As cotas dos FI-Infra são negociadas na bolsa de valores , com tickers terminados pelo número 11.
Nesse ponto, são parecidos com os fundos imobiliários (FIIs) .
Mas um investidor de FIIs, por outro lado, tem parte dos seus lucros taxada quando vende suas cotas com ganho – isso não acontece com investidores pessoa física nos FI-Infra .
Há outras particularidades entre esses fundos, que serão explicadas a seguir.
Veja: Empiricus publica relatório gratuito sobre um FI-Infra que acaba de chegar à bolsa; confira O que é um FI-Infra, afinal? Os fundos de investimento em infraestrutura levam esse nome porque concentram seus aportes em títulos de renda fixa ligados ao desenvolvimento do setor no país.
Com isso, aportam principalmente em debentures incentivadas – papéis criados para fomentar empresas privadas que desenvolvem projetos ligados à infraestrutura pública.
Uma das principais características das debêntures incentivadas é a isenção de IR, uma vantagem que se estende aos FI-Infra.
Aportes em FI-Infras estão sujeitos apenas ao Imposto sobre Operações Fiscais (IOF) , que incide apenas caso a venda das cotas seja realizada menos de 30 dias após a compra.
A cobrança do IOF segue a tradicional tabela regressiva .
Se o aporte for mantido por apenas um dia, 96% do ganho obtido vai para o imposto.
A alíquota diminui diariamente até atingir 3% para quem mantém o papel na carteira por 29 dias.
A partir de então, o investidor fica livre da alíquota .
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.seudinheiro.com — o conteúdo pertence a Seu Dinheiro.