Casas Bahia, Habib’s, Braskem: o que está por trás da onda de recuperações em 2026
Dona do Habib’s em recuperação judicial: quais os motivos? Lojas vão fechar? Só nesta semana, duas grandes empresas recorreram à Justiça para reorganizar suas dívidas.
O Grupo Gennius, dono das redes Habib’s, Ragazzo e Tendall, pediu recuperação judicial.
Já a petroquímica Braskem protocolou pedido de recuperação extrajudicial.
Com os novos episódios, agosto já soma cinco casos emblemáticos: três de recuperação judicial e dois de recuperação extrajudicial.
E há diversos fatores em comum entre eles. (entenda abaixo) 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1 A lista deste mês inclui a Alliança Saúde, a Marabraz e as Casas Bahia.
Considerando todo o ano de 2026, são 12 pedidos de recuperação judicial ou extrajudicial. 🔎 A recuperação judicial permite que empresas renegociem suas dívidas sob supervisão da Justiça.
Já na recuperação extrajudicial, a companhia negocia a reorganização das dívidas diretamente com os credores.
Nos dois casos, o objetivo é evitar a falência e criar condições para que a empresa continue funcionando.
Empresas que entraram em recuperação judicial e extrajudicial em 2026.
Arte/g1 As dificuldades financeiras têm atingido empresas de diversos setores, como saúde, indústria e energia.
A maior concentração de casos, no entanto, está no varejo e no consumo.
“É no varejo de bens duráveis que dói mais, e por um motivo simples: ele é atingido pelas duas pontas do negócio ao mesmo tempo", afirma André Matos, CEO da MA7 Capital.
O especialista explica que, de um lado, os varejistas enfrentam dívidas mais caras e precisam manter estoques elevados.
Do outro, os consumidores dependem de parcelamentos para comprar.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Economia.