Roberta Luchsinger diz que pediu apoio a Marcola, mas não pagou, e que Lulinha é amigo antes de Lula ser presidente
Quem é Marcola, ex-assessor de Lula que entrou no radar da PF Investigada pela Polícia Federal (PF) sob suspeita de tráfico de influência, a empresária Roberta Luchsinger afirma que pediu para o ex-chefe de gabinete do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) apoiar sua proposta sobre fornecimento de canabidiol ao governo, mas não fez pagamentos em troca desse apoio.
Roberta é alvo de três inquéritos da PF ao lado de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente.
A suspeita é que eles tenham atuado para favorecer empresas junto a órgãos federais.
Até o momento, no entanto, as investigações não apontaram se algum contrato foi assinado com o poder público.
Em um dos inquéritos, a polícia investiga conversas de Roberta com o então chefe de gabinete de Lula, Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, sobre uma proposta de fornecimento de canabidiol para o Ministério da Saúde.
A PF também descobriu que Roberta pagou contas de Marcola e agora apura se os pagamentos foram em troca de algum favor prestado por ele.
O ex-chefe de gabinete afirmou que os pagamentos foram um empréstimo pessoal, de R$ 249 mil, que já foi quitado.
"Ter apoio [era o objetivo das conversas com Marcola].
Talvez erro meu de pedir apoio.
Ingenuidade.
Bobeira", disse Roberta ao g1 por mensagem nesta quinta-feira (27), em sua primeira manifestação desde que as investigações vieram a público.
Roberta vinha se manifestando por meio de nota de seus advogados.
No domingo (30), o Fantástico exibirá uma reportagem sobre a empresária.
"Não fiz pagamentos ao Marcola.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Política.