Governo está otimista com aprovação, mas Alcolumbre ainda não enviou PECs da Segurança e do fim da 6x1 para a CCJ
Lula e Alcolumbre em visita ao navio-sonda da Petrobras no Oiapoque, no Amapá Divulgação Depois dos últimos encontros e dos afagos públicos nesta segunda-feira (17) no Amapá entre o presidente Lula e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), a equipe presidencial passou a ficar mais otimista com as chances de o Senado aprovar, no próximo esforço concentrado, as duas PECs classificadas como prioritárias para o governo: a da Segurança Pública e do fim da escala 6x1.
Falta, porém, que o presidente Alcolumbre envie para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado as duas propostas.
Ele anunciou que o faria na sexta-feira (14).
O presidente da CCJ, Otto Alencar, disse ao blog que até agora não recebeu as duas propostas.
Alencar afirmou, inclusive, que tentou conversar com Alcolumbre sobre o tema, mas ainda não obteve resposta.
Ele pretende discutir também a relatoria das propostas na comissão.
Explicou que, se a proposta for enviada para a comissão ainda nesta semana, é possível que ela seja votada no próximo esforço concentrado.
Seria uma forte munição para a campanha de Lula.
Segundo assessores, é possível que isso aconteça, e depende basicamente da decisão de Alcolumbre de marcar as votações para o próximo esforço concentrado, no final de agosto e início de setembro.
Até lá, o presidente da Comissão de Constituição e Justiça, Otto Alencar (PSD-BA), deve tomar as medidas necessárias para a tramitação das duas propostas.
Agora no g1 Alcolumbre anunciou na semana passada que estava destravando a tramitação das duas PECs, e que as enviaria para a CCJ comandada pelo aliado de Lula, Otto Alencar.
Além delas, o presidente do Senado também prometeu encaminhar a Comissão de Assuntos Econômicos do Senado o projeto que regula a exploração de minerais críticos no Brasil.
"Estamos, sim, otimistas.
Se o Alcolumbre colocar para votar, dificilmente a oposição terá como derrubar as duas PECs.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Política.